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Perguntas Frequentes

"Encontre respostas rápidas e úteis para suas perguntas mais comuns em nosso FAQ."

Perguntas Frequentes

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O processo de abertura de uma empresa varia de acordo com o país e a forma jurídica escolhida para o negócio. No entanto, aqui estão os passos gerais envolvidos no processo de abertura de empresas em muitos países:

  1. Elaboração do Plano de Negócios: Comece identificando o tipo de empresa que você deseja abrir e elaborando um plano de negócios sólido. Isso ajudará a definir os objetivos, estratégias e finanças do seu empreendimento.

  2. Escolha da Forma Jurídica: Determine a estrutura legal da sua empresa, como uma empresa individual, sociedade limitada, sociedade anônima, entre outras. A forma jurídica escolhida terá implicações fiscais e legais.

  3. Registro de Nome: Escolha um nome para a sua empresa e verifique a disponibilidade do nome junto ao órgão responsável. Geralmente, é necessário que o nome seja único e não infrinja marcas registradas existentes.

  4. Elaboração dos Documentos: Prepare os documentos legais necessários, como o contrato social ou estatutos da empresa. Isso define a estrutura interna da empresa, incluindo a distribuição de ações ou cotas, responsabilidades dos sócios, etc.

  5. Registro na Junta Comercial: Em muitos países, é necessário registrar sua empresa na junta comercial ou órgão equivalente. Isso pode envolver a apresentação dos documentos elaborados anteriormente e o pagamento de taxas.

  6. Obtenção do CNPJ ou NIF: Em alguns países, como o Brasil (CNPJ) ou Portugal (NIF), você precisará obter um número de identificação fiscal para a sua empresa.

  7. Registro Tributário: Registre sua empresa no órgão de arrecadação de impostos do seu país. Isso é fundamental para cumprir com as obrigações fiscais.

  8. Licenças e Autorizações: Dependendo do tipo de negócio e da localização, você pode precisar de licenças ou autorizações específicas para operar legalmente. Verifique os requisitos locais.

  9. Inscrição no INSS e FGTS: No caso de contratação de funcionários, você deve se registrar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

  10. Registro em Órgãos Reguladores: Se o seu negócio estiver sujeito a regulamentações específicas, como saúde, alimentos, serviços financeiros, etc., você precisará se registrar nos órgãos reguladores correspondentes.

  11. Abertura de Contas Bancárias: Abra contas bancárias empresariais para lidar com as finanças da sua empresa. Isso é fundamental para a separação das finanças pessoais e empresariais.

  12. Registro de Marcas e Patentes (se aplicável): Se você possui uma marca ou inovações que deseja proteger, considere o registro de marcas e patentes.

  13. Contratação de Funcionários (se aplicável): Se você planeja contratar funcionários, esteja ciente das leis trabalhistas locais e cumpra todas as obrigações legais relacionadas à contratação.

  14. Regularização Fiscal Contínua: Após a abertura, você deve manter a regularização fiscal e cumprir com todas as obrigações contínuas, como pagamento de impostos, relatórios financeiros, etc.

  15. Contabilidade: Mantenha registros contábeis precisos e, se necessário, contrate um contador para ajudar a gerenciar as finanças da sua empresa.

Os documentos e informações necessários para abrir uma empresa podem variar dependendo do país, da forma jurídica escolhida e do tipo de negócio. No entanto, aqui está uma lista geral de documentos e informações que são frequentemente necessários durante o processo de abertura de uma empresa:

  1. Documentos Pessoais:

    • Documentos de identificação dos sócios ou proprietários (como RG e CPF).
    • Comprovante de residência dos sócios.
  2. Nome da Empresa:

    • Nome empresarial escolhido e, se aplicável, alternativas em caso de indisponibilidade do nome desejado.
  3. Tipo de Empresa:

    • Escolha da forma jurídica da empresa (por exemplo, empresa individual, sociedade limitada, sociedade anônima, etc.).
  4. Contrato Social ou Estatutos:

    • Elaboração do contrato social ou estatutos da empresa, que definem a estrutura interna, os direitos e deveres dos sócios ou acionistas, a distribuição de lucros, etc.
  5. Registro na Junta Comercial:

    • Documentação necessária para o registro na junta comercial ou órgão equivalente.
  6. Número de Identificação Fiscal:

    • Solicitação e obtenção de um número de identificação fiscal específico para a empresa, como CNPJ (no Brasil) ou NIF (em Portugal).
  7. Licenças e Autorizações:

    • Qualquer licença ou autorização necessária para operar legalmente, dependendo do tipo de negócio e da localização.
  8. Registro Tributário:

    • Registro na agência de arrecadação de impostos do país, incluindo a escolha do regime tributário (por exemplo, Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional).
  9. Dados Bancários:

    • Informações sobre a conta bancária da empresa, incluindo o nome do banco, número de conta e agência.
  10. Registros de Marcas e Patentes (se aplicável):

    • Documentação relacionada ao registro de marcas, patentes ou propriedade intelectual, caso seja relevante para o seu negócio.
  11. Informações de Contato:

    • Endereço comercial da empresa.
    • Números de telefone e endereço de e-mail da empresa.
  12. Informações sobre os Sócios ou Acionistas:

    • Detalhes pessoais e financeiros dos sócios ou acionistas, incluindo participação no capital da empresa.
  13. Registro de Funcionários (se aplicável):

    • Documentação relacionada à contratação de funcionários, como registro no INSS (no Brasil) ou órgãos equivalentes.
  14. Plano de Negócios:

    • Um plano de negócios que descreve os objetivos, estratégias, projeções financeiras e outros detalhes importantes do seu empreendimento.
  15. Comprovantes de Pagamento de Taxas:

    • Comprovantes de pagamento de todas as taxas associadas ao processo de abertura da empresa.
  16. Outros Documentos Específicos:

    • Documentos específicos exigidos pelo órgão regulador ou pela legislação local, dependendo do tipo de negócio e da localização.

O tempo necessário para abrir uma empresa pode variar consideravelmente dependendo do país, da jurisdição, do tipo de empresa, do cumprimento de requisitos específicos e de outros fatores. Em algumas jurisdições, é possível abrir uma empresa em questão de dias, enquanto em outras pode levar semanas ou até meses. Aqui estão alguns fatores que podem afetar o tempo necessário para abrir uma empresa:

  1. Tipo de Empresa: O tipo de empresa que você deseja abrir (por exemplo, empresa individual, sociedade limitada, sociedade anônima) pode influenciar o tempo necessário, já que cada forma jurídica pode ter requisitos diferentes.

  2. Localização: O país e a jurisdição onde você está abrindo a empresa desempenham um papel fundamental. Alguns lugares têm processos mais eficientes e rápidos do que outros.

  3. Complexidade: A complexidade do seu negócio e a estrutura interna da empresa podem afetar o tempo necessário. Empresas com estruturas complexas ou que exigem licenças específicas podem demorar mais para serem estabelecidas.

  4. Cumprimento de Requisitos: A rapidez com que você consegue fornecer todos os documentos e informações necessários, bem como cumprir com os requisitos legais, pode afetar o tempo de abertura da empresa.

  5. Órgãos Reguladores e Burocracia: O tempo necessário para lidar com órgãos reguladores, como a junta comercial, agências tributárias e outras autoridades governamentais, pode variar. Alguns lugares têm processos mais ágeis, enquanto outros podem ser mais burocráticos.

  6. Tempo de Processamento: O tempo de processamento nos órgãos governamentais envolvidos no registro da empresa pode variar. Alguns órgãos podem processar pedidos rapidamente, enquanto outros podem ter filas de espera.

  7. Número de Sócios ou Acionistas: Empresas com vários sócios ou acionistas podem precisar de mais tempo para preparar os documentos e chegar a acordos.

  8. Necessidade de Licenças Específicas: Se o seu negócio requer licenças ou autorizações especiais, o tempo necessário para obtê-las pode afetar o processo de abertura.

  9. Regime Tributário: A escolha do regime tributário pode ser um fator, já que regimes mais complexos podem exigir mais tempo para preparação e registro.

  10. Experiência e Assessoria: A experiência pessoal em abrir empresas e a assistência de profissionais, como contadores e advogados, podem acelerar o processo.

Não há um "melhor" tipo societário universalmente, pois a escolha do tipo societário para uma empresa depende de diversos fatores, incluindo o tamanho da empresa, o setor em que opera, os objetivos dos proprietários, a legislação local e outros fatores específicos. Cada forma jurídica tem suas próprias vantagens e desvantagens, e o que é adequado para uma empresa pode não ser o melhor para outra. Aqui estão alguns dos tipos societários mais comuns e suas características:

  1. Empresa Individual (Empresário Individual):

    • Proprietário único.
    • Responsabilidade ilimitada pelas dívidas da empresa.
    • Simplicidade administrativa.
    • Menos requisitos legais e burocráticos.
    • Geralmente usado por empresários individuais ou microempresas.
  2. Sociedade Limitada (Ltda.):

    • Dois ou mais sócios.
    • Responsabilidade limitada ao valor das quotas de cada sócio.
    • Maior estruturação e formalidade em comparação com a empresa individual.
    • Comum para pequenas e médias empresas.
  3. Sociedade Anônima (S.A.):

    • Capital aberto ou fechado.
    • Responsabilidade dos acionistas limitada ao valor das ações adquiridas.
    • Maior complexidade e regulamentação.
    • Utilizado em empresas de grande porte com ações negociadas em bolsa de valores.
  4. Empreendedor Individual (MEI):

    • Regime simplificado para pequenos empreendedores.
    • Responsabilidade limitada.
    • Restrições em termos de receita e atividades permitidas.
    • Acesso a benefícios previdenciários e tributários.
  5. Sociedade em Nome Coletivo:

    • Dois ou mais sócios.
    • Responsabilidade ilimitada de todos os sócios.
    • Comum em parcerias de pequenos negócios.
  6. Sociedade em Comandita:

    • Combinação de sócios com responsabilidade ilimitada (sócios comanditados) e sócios com responsabilidade limitada (sócios comanditários).
    • Usado em algumas situações específicas de negócios.
  7. Cooperativa:

    • Propriedade e controle democráticos pelos membros.
    • Distribuição de lucros com base na participação dos membros.
    • Comum em setores como agricultura, crédito e serviços.
  8. EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada):

    • Semelhante à Ltda., mas com um único proprietário.
    • Responsabilidade limitada ao capital investido.
    • Elimina a necessidade de ter múltiplos sócios.

A escolha do melhor regime tributário para uma empresa depende de vários fatores, incluindo a natureza do negócio, a estrutura societária, a receita anual, os objetivos financeiros e fiscais, bem como a legislação tributária do país em que a empresa está registrada. Os regimes tributários mais comuns variam de acordo com o país, mas incluem geralmente opções como o Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Aqui estão algumas considerações importantes para ajudar a determinar o regime tributário mais adequado:

  1. Simples Nacional:

    • Recomendado para micro e pequenas empresas.
    • Tributação simplificada com uma alíquota única que abrange vários impostos (como o Imposto de Renda, PIS, COFINS, ICMS e ISS).
    • Limitado a empresas com receita bruta anual dentro de um limite estabelecido pelo país.
  2. Lucro Presumido:

    • Indicado para empresas com receita bruta anual acima dos limites do Simples Nacional.
    • Base de cálculo presumida para o Imposto de Renda e contribuições (PIS e COFINS).
    • Maior flexibilidade contábil em comparação com o Simples Nacional.
  3. Lucro Real:

    • Exigido para empresas com faturamento acima de um determinado limite ou que atuam em setores específicos.
    • Imposto de Renda e contribuições calculados com base nos resultados contábeis reais.
    • Requer contabilidade mais complexa e detalhada.

A escolha entre esses regimes tributários e outros disponíveis pode depender das seguintes considerações:

  • Tamanho e Faturamento da Empresa: O tamanho da sua empresa e sua receita bruta anual podem determinar quais regimes tributários estão disponíveis e vantajosos.

  • Atividade do Negócio: Algumas atividades comerciais podem se beneficiar mais de um regime tributário específico, devido a créditos fiscais, isenções ou incentivos fiscais relacionados ao setor.

  • Complexidade Contábil: Regimes mais simples, como o Simples Nacional, têm requisitos contábeis menos onerosos em comparação com o Lucro Real.

  • Planejamento Tributário: É importante considerar a estratégia de planejamento tributário da empresa a longo prazo, levando em conta as mudanças esperadas no faturamento e na estrutura da empresa.

  • Legislação Local: As leis tributárias variam de país para país e podem mudar ao longo do tempo. É essencial manter-se atualizado e ajustar a estratégia tributária de acordo.

  • Assessoria Profissional: Consultar um contador ou consultor fiscal é fundamental para determinar o regime tributário mais adequado às suas circunstâncias específicas e para garantir conformidade fiscal.

A determinação do valor a ser cobrado mensalmente por um produto ou serviço após abrir uma empresa depende de vários fatores, incluindo os custos de operação, a concorrência, a estratégia de preços, a demanda do mercado e os objetivos financeiros da empresa. Aqui estão algumas etapas gerais que podem ajudar na definição de preços:

  1. Custos de Operação: Calcule todos os custos associados à produção ou oferta do seu produto ou serviço. Isso inclui custos diretos (materiais, mão de obra, aluguel, serviços públicos) e custos indiretos (administração, marketing, seguros, depreciação de ativos, etc.).

  2. Margem de Lucro Desejada: Determine a margem de lucro que deseja alcançar. Isso depende dos seus objetivos financeiros e do retorno esperado sobre o investimento.

  3. Pesquisa de Mercado: Realize pesquisas de mercado para entender como os concorrentes estão precificando produtos ou serviços semelhantes. Isso pode ajudar a definir um ponto de partida.

  4. Valor para o Cliente: Considere o valor que seu produto ou serviço oferece aos clientes em comparação com alternativas disponíveis no mercado. Quanto mais valor você proporciona, mais flexibilidade você tem na definição de preços.

  5. Elasticidade da Demanda: Avalie como a demanda pelo seu produto ou serviço responde a mudanças de preço. Se a demanda for elástica (ou seja, as pessoas são sensíveis a mudanças de preço), você pode precisar ser mais cauteloso ao aumentar os preços.

  6. Estratégia de Preços: Decida qual estratégia de preços é mais adequada para o seu negócio. Isso pode incluir preços de penetração (preços iniciais baixos para ganhar participação de mercado), preços premium (posicionamento como uma opção de alta qualidade) ou outras estratégias.

  7. Promoções e Descontos: Considere se você deseja oferecer promoções, descontos sazonais ou programas de fidelidade para atrair e reter clientes.

  8. Análise de Rentabilidade: Certifique-se de que seus preços cobrem todos os custos e ainda gerem lucro. É importante monitorar constantemente a rentabilidade de suas operações.

  9. Revisão Contínua: Os preços não precisam ser fixos. À medida que sua empresa cresce e o mercado evolui, pode ser necessário ajustar seus preços para permanecer competitivo e manter a lucratividade.

  10. Comunicação de Valor: Certifique-se de comunicar claramente o valor do seu produto ou serviço aos clientes. Eles devem entender por que seu preço é justificado.

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